A bem da saúde, não são as diferenças que devem determinar o teor das relações que temos com os outros, mas sim os pontos em comum. Focar nas diferenças nos faz pensar em oposições de forma pesada, desagradável, em choques e conflitos. Isso é doença para os sentimentos e consequentemente para as relações. Quando focamos nos pontos em comum, os sentimentos promovem harmonia, entendimento e alegria e é exatamente isso que vai produzir a tão rara e saudável oposição amistosa. A boa energia, causada pela comunhão dos pontos em comum, fortalece o laço amistoso, até mesmo nas oposições.

Aprimorando mais um pouco notamos que é o grau de afinidade que deve, saudavelmente, determinar a quantidade de convívio. Não necessariamente distância é ofensa ou proximidade é carinho. Isso é mito de escravidão social. São os sentimentos que mantemos e expressamos que revelam a saúde da relação. Dependendo do pouco grau de afinidade, muitas vezes o melhor sentimento que podemos ter por alguém é a saudade. E isso é muito saudável. A pergunta deve ser: “Qual a distância na qual se consegue ter a melhor qualidade de sentimentos por um determinado alguém?”. O grau de afinidade responde. Não forçar a “barra” nem para mais e nem para menos é saúde relacional garantida. Na distância saudável, todo mundo é muito saudável para todo mundo. Perceber essa distância/proximidade é o treinamento relacional básico.

É uma questão de mantermos sempre o…

…Foco no afeto!