Quase todas as vezes em que o homem tenta fazer uma instituição religiosa e/ou espiritualista acaba criando mais uma jaula moral cujas grades são os dogmas que funcionam como um novo superego repressor do comportamento de seus participantes e fiéis que, em nada, os religa a si próprios. Na maioria das vezes isso é feito com intenção de manipulação e controle, mas mesmo nas vezes em que é feito com a melhor das intenções, os preceitos, mesmo que intuídos, são elaborados a partir de uma visão altamente subjetiva que seus criadores insistem em pregá-las como verdade objetiva, universal. Não é a toa que as religiões acabam virando motivo de confronto e não de união. As religiões têm desligado os homens de si próprios.

A boa notícia é que existe uma prática milenar, hoje reconhecida pela ciência e recomendada até por médicos, que não é propriedade de nenhuma cultura ou laboratório, não tem contra-indicação, não é dizimista nem dizimacionista (que não pretende dizimar), não é dogmática, não é política, não precisa ser coletiva, é de graça, não é religião, mas é o que nos religa. Requer apenas treino. É a meditação.

O que é isso?

Silêncio físico (não fazer nada), emocional (não querer nada) e mental (não pensar nada). Absolutamente simples e saudável. Clique e experimente. Repita, treine, quanto mais você pratica, mais fundo chega em você mesmo, mais fundo você chega em Deus que, segundo os próprios grandes mestres, é você, somos nós. Então, sejamos nós!

Foco No Afeto!