Quem pensa que afetividade não cabe em empresa, ainda não percebeu que ela SEMPRE esteve nas diversas relações profissionais como um dos fatores determinantes para o sucesso profissional. O afeto não está restrito à família e ao relacionamento amoroso.
O afeto sempre aparece nas relações profissionais e, por precaução, é jogado para segundo plano, ocultado. Mas é ele, ou a ausência dele, que move as relações, em primeiro plano, no nível emocional. Por mais que se tente disfarçar ou negar. Uma boa leitura corporal e da dança dos movimentos faciais comprovam isto.
O foco das relações profissionais são os negócios, que fluem melhor quando há, além da competência e do bom caráter, a generosidade relacional. É o fator que inspira confiança. Todo mundo está lá para “caçar”, ganhar o pão de cada dia ou o caviar para o resto da vida, porém aqueles que focam apenas nisso, não vão muito longe, são como saqueadores. Cedo ou tarde vem a conta da doença financeira e/ou física. Os que vão longe, e com isso quero dizer; os que crescem em prosperidade e em saúde física, mental e emocional, são os que, com o exercício do bom caráter, estabelecem e mantém relações sólidas, generosas e confiáveis COM TODAS AS PESSOAS: clientes, fornecedores, subalternos, chefes, amigos, familiares, amores, etc.

Historicamente a origem do afeto é o colaboracionismo, que evoluiu para o cooperativismo, que evoluiu para a generosidade, que evoluiu para o afeto, que evoluiu para o amor, que evoluiu para o amor romântico.
Pelo fato de ainda estarmos em guerra (competitividade predatória) o amor ainda não é possível dentro das relações profissionais e não me refiro aqui ao amor romântico. Nas relações profissionais, o afeto JÁ acontece espontaneamente. Só falta ser assumido e estimulado, como mais um upgrade relacional, que resulta em melhor qualidade do ambiente profissional, posto que este fator, comprovadamente  aumenta a saúde do profissional e da empresa.

Foco No Afeto!