Muitas vezes passamos anos de nossas vidas nos amargurando com coisas que fizemos e/ou com coisas que deixamos de fazer.
Perda de tempo e de energia.
O equivocado conceito de que somos sempre a mesma coisa, não leva em conta o fato de que estamos, cada um numa velocidade única, em constante expansão de consciência e que, portanto, com a consciência de hoje dificilmente repetiríamos algo relativo à consciência de ontem. Assim, SE A CONSCIÊNCIA MUDOU (e ela só muda para melhor), aquela pessoa que fez ou deixou de fazer algo no passado, não existe mais.

Aceitemos ou não, a expansão da consciência é resultado inevitável da existência.
Um sinal precioso da expansão da própria consciência é a percepção de que, no passado, agimos de forma não saudável e que hoje não agiríamos daquela forma.
O resultado dessa percepção jamais poderá ser o sentimento de culpa. Ninguém pode se penalizar por falta de percepção. Quem não vê, não sabe o que está fazendo. Até Jesus, crucificado, disse: “Pai, perdoai-os porque eles não sabem o que fazem”.
Toda ação não saudável tem um custo, um preço e traz desconforto. Muitas vezes esta é a alavanca para a mudança da percepção e da consciência.
Mais tarde, muita gente percebeu o que fez e viu como não saudável a contribuição para a crucificação. “Caiu a ficha”, a consciência expandiu.

Por esta razão devemos evitar quaisquer contratos sem cláusula de rescisão, escritos ou não, com comportamentos presos à dogmas, preceitos, conceitos, etc. sob pena de, acorrentados à eles, não vivermos a dinâmica, sempre nova, da nossa consciência que é viva e evolutiva.

O perfeito entendimento de que a consciência está em constante expansão, produz uma consciência sempre tranqüila.

Foco no afeto!