Encerrar e/ou mudar o formato de uma relação material que existia por causa de um determinado tipo de afeto, que não existe mais, pode gerar transtornos de todos os tipos. Entre sócios, amigos, casais, etc. Um dos transtornos mais comuns é quando uma relação amorosa passa a ser uma relação de amizade e um dos parceiros não percebe ou não aceita isso, gerando tensão e
desarmonia. É assim que uma boa relação de amizade é jogada, equivocadamente, no lixo do ressentimento. Diz o ditado: “O que é combinado não é reclamado”. Quando, para um dos envolvidos, muda o teor da relação, o saudável é: Sentiu, fala com jeito, declara. Passa a viver o que de bom existe e no FORMATO alternativo em comum desejado. Se de todo não for possível a convivência saudável, distância com respeito. ESSE É UM ASSUNTO MUITO ÍNTIMO E EXCLUSIVO DOS ENVOLVIDOS.
É nessas horas, extremamente delicadas, que a “platéia”, que às vezes trabalha na mesma empresa, frequenta o mesmo meio social, mora na mesma casa, interfere em nome de um subjetivismo egocêntrico, advogando em causa própria segundo conveniências, atordoando o dois já fragilizados. A coisa mais saudável que se pode fazer pelos dois numa hora dessas é, exercendo a inteligência afetiva, dar acolhimento e aconselhar (desde que solicitado) a seguirem o coração. Dar a entender que, qualquer que seja a decisão, os dois serão respeitados, admirados e amados.

Afinal, se isto estivesse acontecendo com cada um da “platéia”, é
exatamente isto que eles quereriam que fizessem com eles.
É PRECISO EXERCER A EMPATIA.
Foco no afeto!