Só a P R Á T I C A do comportamento contrário aos hábitos não saudáveis é que leva à saúde. Prática cautelosa, sistemática, consciente e paciente, tendo por BASE a aceitação pacífica das próprias imperfeições. Isso muda T O D A S as convicções equivocadas porque é o C O R P O que está fazendo diferente. Isso é treino. Isso é coaching. A mente verbal/intelectual ainda é B U R R A, por isso gera medos equivocados e comportamentos mais ainda. A escancarada prova disso é o que a música é capaz de fazer com o comportamento (em direção à doença ou à saúde). Simples: porque a música F E L I Z M E N T E (ainda) não é decodificável em nível mental, verbal/intelectual. A mente verbal/intelectual fica fora do processo de ingestão das informações passadas pela música. A decodificação eletroquímica, por parte do cérebro, em relação aos estímulos musicais, viram S E N T I M E N T O S imediatamente. É direto da sensação para o sentimento. Daí o ouvinte pode apenas dizer: “gostei” ou “não gostei”, mas todas as explicações verbais/intelectuais do porque gostou ou não gostou serão imprecisas além de cairem no vácuo da subjetividade. A verdade está no corpo, a mente verbal/intelectual apenas M E N T E porque é muito limitada e limitante em relação ao nosso potencial de percepção. A nossa relação original é generosa, a nossa comunicação original é telepática e, P O R- M E D O- E- D E S E J O- D E- P O D E R, desenvolvemos a palavra e, graças a ela, esse agrupamento social (ainda muito doentio) onde a mentira rege as relações e ai de quem não mentir. A palavra foi feita para esconder a verdade que o corpo revela, a palavra é um instrumento de guerra sofisticadíssimo. A paz prescinde da palavra. A paz obtida com a palavra é apenas trégua. O não dito só gera problemas em um grupo cego e surdo às expressões do corpo. Dependendo do ouvinte (e vejo que é a maioria) ela, a palavra, pode fazer alguém ter certeza de que não está sentindo algo que  E S T Á- M E S M O- S E N T I N D O. Ela pode dar a certeza equivocada de que se está diante de um amigo quando de fato está acontecendo o contrário. Tudo isso porque o ouvinte (e vejo que é a maioria) NÃO VÊ O CORPO!!!!!!! NÃO OUVE A “MÚSICA” DA VOZ com que cada palavra é “CANTADA”!!!!!!!!!! Isso é fruto de um condicionamento milenar, equívoco secular. Não há cura sem mudança de atitude e de C O M P O R T A M E N T O. Um olhar amoroso, um toque carinhoso curam. Não importa se acompanhados de palavras. Curam. A mudança de comportamento tem que vir A N T E S da cura. É o fazer diferente do doentio, é a imitação da atitude saudável que leva à, que recupera a sanidade. Certa vez criei uma frase especialmente para isso: “Se você está de mau humor, comece a dar risada. No começo você vai achar sem graça, mas daqui a pouco a graça vai achar você”. É simples assim. Funciona. Experimente. Só não esqueçamos que é uma prática cautelosa, sistemática, consciente e paciente, tendo por BASE a aceitação pacífica das próprias imperfeições. Só dá certo se não desistirmos.

A bem da coerência aqui, tenho (com prazer) que sugerir que não fiquem apenas com as minhas palavras. Experimentem em suas vidas o que elas sugerem e tirem suas conclusões.

Só a atitude e o ato corporal MUDAM as convicções equivocadas.
Boas mudanças com amor pra nós todos!!!!!!!!!