Aparentemente somos muito semelhantes, nossas necessidades básicas são praticamente as mesmas. Porém, nossas formas de percebermos, sentirmos, reagirmos e respondermos às coisas são únicas. Isso revela que nossos egos são, em diversas intensidades, diferentes. Para que possamos exercer a nossa vocação biológica que é a de sermos uma relação que, para dar certo, precisa ser generosa, o respeito às diferenças é imprescindível. O é também a observância à distancia relacional saudável de acordo com o grau de afinidade. E quando houver oposição, que seja amistosa.