Para ser digna, uma sociedade ou comunidade, precisa ser inicialmente estruturada de forma a viabilizar, saudavelmente, a vida pessoal e social de todos os portadores de todas as deficiências físicas e mentais e portadores de disfunções. É por aí, por essa profunda e generosa capacidade de empatia, que se pode medir a grandeza (ou a pequenez) de um agrupamento social. Enquanto isso não acontecer, as pessoas consideradas “normais” não serão dignas deste, já equivocado, rótulo.