A nossa sociedade opera, relacionalmente, através de clichês impostos. Alguns fazem de tudo para conseguir um “lugar ao sol” incorporando um clichê, passando a se exercerem exclusivamente por esse personagem que escolheu dentro do cruel e asfixiante cardápio oferecido pelo social. Passo seguinte: Incorporam outro clichê que dê vazão a outros lados de suas personalidade sufocada pelo primeiro clichê. Esse novo clichê também sufoca. Daí incorporam outro, e outro…e, ao invés de respirarem melhor a existência, surpreendem-se mais que sufocados…paralizados. Jogar os clichês no lixo e ser o que se é, priorizando o afeto e a generosidade, liberta. A sociedade poderá não gostar muito disso, mas as pessoas com quem você tem afinidade te descobrirão mais facilmente e você amará e será amado…de verdade.