A vida biológica dispõe, naturalmente de caça e amor. A caça preserva o indivíduo, o amor preserva a espécie. O homem [exceção superior(?)] não precisava nem caçar mas acabou virando guerreiro. Isso nos conduziu ao atual exercício de praga: destruimos a nós próprios, destruimos o nosso semelhante, destruimos o meio ambiente e nos distanciamos dos nossos predadores naturais. Podemos preservar a nossa integridade física nos defendendo dos predadores, mas não precisamos nos distanciar tanto da natureza material, física e amorosa. O amor, hoje, resume-se a uma experiência uma experiência socialmente inconveniente e anacrônica. Mas é terapêutiva, nos devolve a experiência do nosso exercício “default de fábrica” que é sermos uma relação generosa. O amor generoso é harmonia e saúde, o amor generoso somos nós…sejamosnós!