Existe um centro gravitacional harmonioso que está, o tempo todo nos atraindo, configurando a força centrípeta do afeto. Só ainda não estamos todos em harmonia, neste centro, devido às forças centrífugas da ira, da raiva, da competição, enfim da destrutividade. Queiramos ou não, aceitemos ou não, chega um momento em que os sofrimentos advindos da destrutividade vão enfraquecendo o centrifuguismo e nos entregamos à gravitação divina do afeto. É o nosso sentido de vida e a nossa vocação.