É o tipo de onda cerebral, a frequencia mental, que produz tudo o que acontece com a gente. Os encontros e desencontros, as coincidências e acasos(que, de fato, não existem), as doenças e as curas, as colisões e distanciamentos pessoais. É preciso primeiro acreditar nisso e não tem outro jeito, a gente só acredita quando “cai uma ficha”. Depois, para mudar as coisas para melhor, é preciso enxergar que isso é fruto de um treinamento. Treinamento dos pensamentos. Tem gente que já nasce com o “bom astral” default de fábrica. Tem gente que precisa treinar. Creio que seja o caso da maioria. Bom humor a gente conquista. Expontaneidade a gente conquista, à força. À força de treinamento. Depois que a gente já percebeu que a coisa funciona assim, fica menos difícil. Enquanto não percebe, a gente se revolta, esbraveja, odeia a vida, amaldiçoa o dia em que nasceu, xinga a mãe, o pai, etc. Até cansar…é isso mesmo, não raro a gente precisa ser vencido pelo cansaço para mudar um ponto de vista tão básico e vital. Isso é bom, muito bom. Se não for assim, não há convicção.
Mas quando a bendita ficha cai, nooossa! É só alegria. A gente fica sabendo (sentindo) como a coisa funciona. Aí não tem volta.
Tem tristeza? Tem
Tem desanimo? Tem
Tem sensação de impotência? Tem
Mas dessa vez a gente sabe que está no caminho certo, do JEITO certo.

Treinar o bom astral.

Lembramos daquela humilhação horrível. Antes que a raiva tome conta, RESIGNIFICAMOS!!!!
Ah aquilo foi um bom aprendizado E PONTO FINAL.
Conectamos com a boa lição que aquilo trouxe. Ou simplesmente não nos permitimos mais sentir coisas ruins. Porque aprendemos que sentimentos destrutivos NOS destroem.

Esse exemplo foi no passado. Agora, no presente.

Convivemos com algo ou alguém que nos desqualifica, direta ou indiretamente.
O treino é, se não puder ficar longe, exercer a humildade (isso não é conceder na humilhação)e focar na plena ACEITAÇÃO das nossas qualidades E DEFEITOS. Isso traz a sensação de integridade e boa autoestima (que a desqualificação tenta destruir) que nos permite uma interação digna, assertiva e não reativa. Ante a desqualificação, dizer e/ou expressar tudo o que tiver que ser dito com tranquilidade emocional. Sem se contaminar pelas bombas emocionais. Focando sempre, quase que como numa fantasia, nas coisas boas que a gente merece e vai viver. O ambiente mental fica intacto, leve e fertil para o bom acontecer (acontecer substantivo).

No futuro.

Por mais que o futuro seja uma certeza, ele não existe. Não compensa passar minutos ou horas em ansiedade (que é a vontade de que o presente se apresse para logo chegar o futuro. O pai da ansiedade é o medo). Vale mais passar esses minutos imaginando a sensação de felicidade que a gente vai ter quando os problemas forem resolvidos. Não é imaginar a resolução dos problemas, é imaginar a SENSAÇÃO de felicidade. Isso sim muda a frequencia das vibrações mentais e, a partir daí, coisas melhores vão acontecer.

O trabalho, a ação somados à boa frequencia mental é tudo o que a gente pode e deve fazer para propiciar boas coisas nas nossas vidas.

Ah então querer é poder?

NÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOO!!!!!!!!

Querer é desejo, não é sentimento.

Agir com boa frequencia mental sim, fazer com bom sentimento, sentimento de alegria, felicidade, plenitude, isso é poder.

O “tom” do nosso sentimento é o “tom” da nossa realização.

Bom treinamento!